No final da aula, Surpresa!

  Corpo e Balao_002
Ilustração do Aluno Ademir Ferri (incentivo da Nicole Mor Marins)

Obrigado pelo Carinho na nossa última aula do Módulo de Logística! Até a Próxima Pessoal!

Novo Cabeçalho do Blog. Finalmente.

Faz muito tempo que tenho o blog e arranjo tempo para escrever, mas nunca para trabalhar o design dele como se deve. Hoje, com uma folguinha que tive e diversos pensamentos divagando resolvi dar um "tapa" nele.

Após uma sessão de fotos com alguns chapéus da coleção e um pouquinho de inspiração mágica, ele surgiu.

Espero que gostem!

Para Marcar Os Sentimentos de Hoje

Hoje o dia foi brilhante. Não é o Sol, mas sim como as possibilidades e probabilidades da vida se apresentaram. O que estava difícil e aparentava não ter saída, surgiu como solução para os problemas.

Pessoas fizeram, e fazem, a diferença. Mais uma vez.

ALWAYS ON MY MIND

Maybe I didn't treat you
Quite as good as I should have
Maybe I didn't love you
Quite as often as I could have
Little things I should have said and done
I just never took the time

You were always on my mind
You were always on my mind

Maybe I didn't hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I'm so happy that you're mine
If I made you feel second best
Girl, I'm sorry I was blind

You were always on my mind
You were always on my mind

Tell me, tell me that your sweet love hasn't died
Give me, give me one more chance
To keep you satisfied, satisfied

Little things I should have said and done
I just never took the time
You were always on my mind
You are always on my mind
You are always on my mind

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SEMPRE EM MEU PENSAMENTO

Talvez eu não tenha te tratado
Tão bem quanto deveria
Talvez eu não tenha te amado
Com tanta frequência quanto poderia
Pequenas coisas que eu deveria ter dito e feito
Eu simplesmente nunca me dei ao trabalho

Você sempre estava em meus pensamentos
Você sempre estava em meus pensamentos

Talvez eu não te abracei
Todos aqueles solitários, solitários momentos
E eu acho que nunca te disse
Que sou muito feliz por você ser minha
Se eu fiz você se sentir a segunda melhor
Garota, eu sinto muito, eu estava cego

Você sempre estava em meus pensamentos
Você sempre estava em meus pensamentos

Diga-me, Diga-me que seu doce amor não morreu
Me dê,Me dê mais uma chance
De te manter satisfeita, satisfeita
Pequenas coisas Que eu deveria ter dito e feito
Eu simplesmente nunca me dei o trabalho

Você sempre estava em meus pensamentos
Você sempre estava em meus pensamentos

Sobre Adultos e Crianças – As Diferenças entre Mudança e Desenvolvimento

Já sei previamente que serei crucificado por alguns, desrespeitado por outros e ignorado por muitos; tudo isso além de não ser lido pela maioria diante de um título que parece ser mais voltado para estudantes e estudiosos das áreas pedagógicas e psicológicas. Porém este texto é importante para mim e para aqueles atreverem-se a lê-lo.
C.S.Lewis, escritor do livro “As Crônicas de Nárnia” preparou um ensaio que tive contato quando adquiri seu famoso livro em versão completa e ampliada; um texto extremamente interessante chamado “Três Maneiras de Se Escrever para Crianças”.
Basicamente o texto não dá nenhuma formúla, tanto que C.S.Lewis diz isso complementando que o grande seguedo em escrever para crianças é respeitar sua individualidade, seu conhecimento e sua humanidade, não considerando-as tolas que nada sabem. Seus medos e desprazeres são tão sérios quanto os dos adultos, porém seu foco e origem diferentes. Uma criança, como ele próprio confidencia, pode ter medo de escuro; o adulto tem medo da realidade escondida no escuro.
Este é só um aperitivo para convidar todos que ainda não se aventuraram no fabuloso mundo de Nárnia e deste escritor fantástico sentirem um pequeno comichão para movimentar-se a mais próxima Biblioteca ou Livraria, porém quero me aprofundar um pouco mais em outro ponto do ensaio: a falta de respeito pela literatura fantástica e o mundo infantil.

Alguns Trechos Retirados do Ensaio “Três Maneiras De Se Escrever Para Crianças” de Clive Staple Lewis:
“Quando eu me tornei homem, deixei de lado as coisas infantis, incluindo o medo da infantilidade e o desejo de ser bem adulto”
“Os críticos para quem a palavra adulto é um termo de aplauso, e não um simples adjetivo descritivo, não são nem podem ser adultos. Preocupar-se em ser adulto ou não, admirar o adulto por ser adulto, corar de vergonha diante da insinuação de que se é infantil: esses são sinais característicos da infância e da adolescência. (…) Quando se mantém na meia-idade ou mesmo na juventude, essa preocupação é um sinal inequívoco de retardamento mental.”
“Hoje gosto de vinho branco alemão, coisa de que tenho certeza não gostaria quando criança; mas não deixei de gostar de limonada. Chamo esse processo de crescimento ou desenvolvimento, porque ele me enriqueceu: se antes eu tinha um único prazer agora tenho dois. Porém, se eu tivesse de perder o gosto por limonada para adquirir o gosto pelo vinho, isso não seria crescimento, mas simples mudança.”
“A verdadeira vítima do devaneio em que todos os desejos se realizam não se inspira na Odisseia, em A tempestade ou em A serpente Uroboros. Prefere histórias que falam de milionários, beldades irresistíveis, hotéis de luxo, praias tropicais e cenas picantes – coisas que poderiam realmente acontecer, que deveriam acontecer, que teriam acontecido se o leitor tivesse tido a justa oportunidade. Isso porque, como digo, existem dois tipos de anseio. Um deles é uma askesis, um exercício espiritual, o outro é uma doença.

A palavra ou a classificação “adulta” é tida como o supra sumo da leitura, e a literatura infantil, em especial a fantástica, menosprezada como literatura inferior não só no Brasil, um país de poucos leitores, como ao redor do mundo. As afirmações de Lewis são duras principalmente trantando-se ao “retardamento mental”, mas muito nobres e incentivadoras do “Por que não ser fantástico?”.
A Fantasia é só uma forma de entender a vida, uma alegoria para o dia a dia tanto de crianças quanto de adultos. Verdadeiramente só entendi muitos dos contos infantis depois de maduro, histórias deliciosas para passar o tempo e elocubrar sobre o nascimento de lugares, personagens e descrições tão ricas. Como infante, eu lia; hoje eu absorvo.
Talvez por falta de preparo de educadores, um mundo que valoriza o racional e não da espaço para magia, adultos que consideram crianças apenas a perpetuação de sua Casa Familiar, levem a esta situação bastante suja e desesperadora. A falta de fantasia faz brotar crianças e jovens impertinentes que não se permitem sonhar e acham rídicula a pessoa que sonha. Acredito que o saudável é nunca estar satisfeito com sua condição atual e tentar melhorar, mas não banalizar o que há de belo em cada uma das fases da vida.
Penso que como adulto sou uma evolução da criança, uma nova fase de desenvolvimento, e não me “mudei” para adulto, deixando a criança de lado. Até mesmo em metamorfoses profundas como a transformação de lagarta em borboleta, o que acontece não são mudanças, mas sim o desenvolvimento de um ser; não é necessário deixar para trás o conhecimento, apenas utilizar a sabedoria para ir além. O físico pode mudar. Conhecimento é para sempre, a Informação envelhece.

Lewis fala um pouco sobre os medos e de como eles nascem. Hoje acompanhamos escolas e pedagogos falando sobre deixar as histórias infantis mais corretas politicamente, um exemplo que vi foi o de um centro de educação infanto-juvenil que retirou (censurou) partes de “Chapeuzinho Vermelho” devido ao grau de violência da história. É muito pior ter medo, depressão e angústia por algo que é possivel acontecer (se você for perfeito em sua vida) e não alcançou, do que efetivamente de um Lobo falante que assopra e é guloso. A realidade escancarada assusta e causa estresse pré-traumático; uma metáfora para bandidos pedófilos somente alerta sem desesperar.
O melhor exemplo que posso dar é o livro “O Pequeno Príncipe”, que continua sendo um dos mais vendidos do mundo: depois de adultos, o pai e a mãe, passam a entender as histórias e querem dividir esta alegria com os filhos. Os adultos não querem ser o Pequeno Príncipe ou viver em seu planetóide, mas a complexidade da metáfora do autor Antoine de Saint-Exupéry é absorvida, compreendida e digerida pelos novos “Seres Evoluídos”.
Uma das características infantis que mais me assusta é o poder de serem vis e maus com graça angelical. Todos temos episódios em nossa lembrança infantil de amigos que fizeram maldades com animais ou até mesmo com colegas. Pode não ter sido você, mas tenho certeza da presença ocular em algum momento que foi escolhido propriamente para ser esquecido ou nunca ser lembrado. Isso não é pureza e muito menos inocência, é só a prova de que como os adultos, as crianças tem emoções boas e más, ações belas e assustadoras. Respeite a inteligência de uma criança.
Se ser adulto e envelhecer fosse tão bom, por que não consideramos “senil” como um adjetivo positivo? Perder os cabelos e ficar sem os dentes seria o máximo! – Bom mesmo é sonhar e utilizar a sabedoria em metáforas para permitir-se viver, e não apenas deixar a vida passar.
Finalmente, meu objetivo não é concluir, mas sim discutir. Incorreto seria afirmar que desejo um mundo infestado de “Peter Pans” barrigudos e inconvenientes, mas desejo sim pessoas com vontade e capacidade de discernir entre o certo e o errado. O garoto que nunca cresce é uma aberração com “retardo mental”, utilizando as palavras de C.S.Lewis, pois exatamente não quer evoluir, deseja manter tudo como está e mudar radicalmente sem sabedoria. O pobre e incompreendido Capitão Gancho é o mais são na história, aceitando o fantástico e convivendo com ele dentro da sua realidade.
Tomei uma decisão: Quando crescer, eu quero ser Criança.

Prólogo: Diário de Santee – O Livro da Evolução

santee_capaLivro1 Como comentei e prometi ontem pelo Twitter, estou colocando aqui no Blog um pequeno Prólogo para o “Diário de Santee – O Livro da Evolução”. Eu ficaria muito feliz em receber dúvidas, críticas e ameaças sobre o texto. A opinião neste primeiro momento será muito importante! “O Livro da Evolução” será um RPG que além de histórias prontas para jogar, vai dar liberdade para os jogadores desenvolverem suas próprias aventuras.

Será um RPG para quem nunca jogou e para quem gosta de jogar.

Toda a história se passa entre os Livros Um(“Universos Paralelos”)  e Dois(“Lapso do Tempo” – ainda inédito) da Trilogia do “Diário de Santee”.

Para quem nunca jogou RPG (sigla para Role Playing Games ou em português Jogos de Interpretação) entender, neste tipo de game é dada uma história base e os jogadores juntamente com o mestre (jogador que funciona como um contador de histórias e irá gerenciar a aventura) colaborativamente  solucionam uma maneira de chegar ao final desta “batalha”. Não há certo ou errado, finais previamente acertados ou um mesmo desenrolar.

Como em um jogo de improviso, cada atitude levará para caminhos diferentes de uma mesma história.

Falarei mais de RPG em outros posts, mas agora deixo vocês com o texto de abertura.

 

Em um dia nublado em que as nuvens estavam baixas e pareciam pesadas bolas de algodão acinzentado, próximas o suficiente que poderiam ser tocadas com um pouco de criatividade, Edward Santee chegou em Rocha Azul, um pequeno vilarejo que o recebeu estranhamente bem.

Este Professor Universitário sentiu-se deslocado  no ambiente misterioso e receptivo da cidadela conhecida pelos sítios arqueológicos. Mesmo sem ser recebido pelos habitantes locais, era fácil sentir uma energia que emanava suavemente do ar pesado e doce em que ele estava envolto. Fora as sensações que tomavam lentamente seu corpo, o primeiro objeto que chamou sua atenção foram os dizeres misteriosos e desconhecidos na entrada de Rocha Azul; caracteres que pareciam ser antigos avisos de uma língua exterminada a muitos anos.

Como Reitor da Universidade de Campbell seria muito fácil conversar com seus colegas expecialistas em História, Antropologia e até mesmo Arqueologia, mas sua função estava perdida a um tempo que pareciam milhares de anos. Hoje, o antigo Reitor e seu Mestrado de Física nada valiam. Tudo tinha ficado em sua outra vida. Edward Santee estava em um Universo Paralelo em que sua família, amigos e todos os resquícios da sua antiga vida não existiam. Santee era um desconhecido sem ficha ou vínculo em nenhum Orgão do Governo, com falhas de memória e Lapsos Temporais das suas aventuras como um ninguém de si mesmo.

Mesmo caçado por inescrupulosos agentes governamentais e mafiosos interessados na sua "Não Evidência" documental, sua mente fervilhava diante das experiências corpóreas e etéreas que aconteciam com Burak, um pajé que virou seu líder espiritual na aventura de voltar a sua "vida verdadeira" ao lado da esposa e seus três filhos. Aqueles signos na entrada do vilarejo, antes completamente irreconhecíveis, começavam a ser inteligíveis e agora, pensando na família, começavam a ter forma.

As palavras shagma, escolhido, busca e Genesis surgiram cambaleantes entre os caracteres. O vento começou a tocar as partes do seu corpo que não estavam protegidas como seu rosto, dorso e palma das mãos. Seus dedos foram lentamente revigorados com um frescor que parecia ser celestial. De repente não era mais uma parte, mas sim o seu corpo todo que sentia-se despido recebendo o vapor de água fresca penetrando cada uma de suas células; gotículas aspergidas por algo, ou alguém, invadindo todas as moléculas da matéria até alcançar a alma do Professor.

Santee já não dominava as sensações. O processo que iniciou lentamente agora era uma volúpia impossível de ser descrita, uma mistura de euforia e iluminação intelectual. Edward sentiu-se um corpo celeste iluminado, uma estrela supernova com o poder da criação, destruição e a responsabilidade do zelar pelos seres que são banhados por seus poderosos raios. Ele foi por instantes um elemento natural.

Nesta vivência como a própria Matéria, uma porta foi aberta na sua consciência e parte do que era necessário para cumprir sua missão foi descoberto: Santee podia saltar entre Universos Paralelos, mas ainda não podia escolher seus destinos.

Como Elemento ele não entendeu a Física e suas difíceis Teorias como Professor que dedicou-se toda a vida. Ele ERA a Física.

Campanha do Instituto Ayrton Senna – Tweet e Ajude

Desde o dia 30 de Abril de 2010, o Instituto Ayrton Senna está veiculando um vídeo no YouTube da Campanha Comemorativa para os 50 anos do piloto brasileiro.

Criada pela agência JWT, além do site www.senna50.com.br, existe uma ação promocional pelo Twitter, onde cada Tweet com a hashtag #SennaVive vale uma doação de R$ 2,00 para o Instituto.

O que vale mesmo no Tweet, não é só a doação, mas sim escrever nele o que você aprendeu com o Campeão Brasileiro.

Pensei na Carreira do Ayrton e percebi que ele foi uma das pessoas que inspirou-me em dois sentidos: (1)fazer acontecer e (2)fazer a diferença.

Fazer acontecer é movimentar-se sempre positivamente em direção aos seus objetivos, mesmo que eles estejam distantes ou até mesmo inalcansáveis. Nada vem pronto, você como sonhador precisa fazer os seus devaneios acontecerem. Vencer uma corrida, conseguir realizar um evento ou ministrar aulas; siga em direção dos seus desejos.

Fazer a diferença é não passar a vida, ou apenas viver, mas sim deixar um legado; marcar a humanidade, sociedade ou somente uma única pessoa positivamente na vida. Isso é o que todos deviamos buscar. Toda a sua criação não pode virar pó com o fim da sua vida e fazer a diferença é deixar uma semente deste conhecimento e informação que surgiram de você nas pessoas à sua volta. Correr, vencer e ficar muito rico só valem à pena com a divisão da sua alegria com o mundo.

Ayrton continua nos ajudando Fazendo a Diferença. Utilize #sennavive no Twitter e Faça Acontecer doando R$ 2,00 por tweet para o Instituto.