At last...

Será lançado este ano um filme baseado em uma das mais comemoradas Graphic Novels (HQs mais artísticas e com enredo mais desenvolvido) de todos os tempos até agora: WatchMen. O filme é um ensaio sobre como seria a vida no mundo com vigilantes existindo realmente. O filme além de prometer ser muito bom, leva-nos a refletir sobre esta situação que de hipotética, começa a tomar corpo e tornar-se mais tangível dia após dia, principalmente depois de 20/01/2009.





O mundo ontem ganhou um novo governante, o Mr.President referência de poder, Barack Hussein Obama. Já escrevi sobre ele, e não quero ser reconhecido como o "Pessimista da Web", mas a confiança que está sendo depositada nele está transformando-o em um super-heroi com o dinheiro de Bruce Wayne e serenidade do Superman.

Nem mesmo estes seres fantásticos são perfeitos. Eles cometem erros, e Obama, infelizmente, também cometerá.

O Zeus Negro, com força conciliatória mundial e raios bélicos espalhados pelos quatro cantos surge na América do Norte e clama pela atenção no Globo. Até maior que um heroi, ele ganha estados de um Deus pagão que acredita no Deus cristão, além de dialogar com todos os outros Deuses.

Seus inimigos o espreitam, o principal deles, o Dr.Mercado Financeiro, tem poderes onipresentes como os dele, e esta briga será travada durante todos os dias dos próximos anos.

Acredito no Mr.President, mas poder demais, fé demais e cegueira global levam-me a pensar como chegamos nesta mudança. O pai de Obama não podia a 60 anos atrás entrar em um restaurante por ser negro; hoje seu filho fecha um restaurante só para ele, se assim desejar.

Ele pode tudo porquê é negro, tem poder e influência. Seus poderes são oniscientes.

Isso sim dá medo.

Conectividade

Ontem vim trabalhar
Deixei o que me interessava por aqui
Aqui, também é lá
O importante é que posso sentir

Seu cheiro
Seu som
Seu gosto
Minha paixão

Sem ela
perco a razão

Problemas são muralhas
Cercos
Espinhos
e arames

O trabalho flui
mas meu viver,
diminui

Distância
que saudade
mas nosso amor
é conectividade